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sábado, janeiro 25, 2014

Filme da madrugada - "Educação" (An education)

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Tenho uma mania bem desagradável - ou talvez não - de assistir filmes de madrugada. Sou daquelas pessoas que têm uma dificuldade enorme pra dormer e por estudar a noite me sinto mais ativa nesse período. Portanto... adaptei quase todas as minhas necessidades/atividades para esse período do dia (ou período da noite, anyway). Essa madrugada eu decidi virar direto (ou seja, não dormir) porque meu metabolismo está bem louco, então, assisti dois filmes e um deles é o "Educação". 
Eu já o havia visto, em 2010. Lembro de ter gostado muito, mas não o tinha analisado com olhos mais críticos, lendo-o nas entrelinhas. Preciso dar essa segunda oportunidade para alguns outros filmes que vi na mesma época mas que não dei lá muita chance de ser considerado como bom. OK. Let's go.
Sinopse: Jenny Carey (Carey Mulligan) tem 16 anos e vive com a família no subúrbio londrino em 1961. Inteligente e bela, sofre com o tédio de seus dias de adolescente e aguarda impacientemente a chegada da vida adulta. Seus pais alimentam o sonho de que ela vá estudar em Oxford, mas a moça se vê atraída por um outro tipo de vida. Quando conhece David (Peter Sarsgaard), homem charmoso e cosmopolita de trinta e poucos anos, vê um mundo novo se abrir diante de si. Ele a leva a concertos de música clássica, a leilões de arte, e a faz descobrir o glamour da noite, deixando-a em um dilema entre a educação formal e o aprendizado da vida. (Adoro Cinema)
 
Se eu der alguns spoilers, me perdoem, é que eu meio que não sei resenhar sem falar da obra em si.


Educação trata-se de um drama, onde uma jovem londrina com alma francesa se vê presa numa vida entediante e padronizada, frequenta uma escolar rígida e se destaca como aluna, tirando notas excelentes em Literatura, mas padecendo no Latim, que é o único obstáculo no seu caminho no que diz respeito a admissão em Oxford, tão sonhada por seu pai Jack. Toca violoncelo em uma orquestra local e tem duas amigas que vão com ela para todo lado. Ela conhece David em um dia chuvoso, ele a dá carona até em casa e se mostra engraçado e prestativo. O pai de Jenny se encanta com David e com o quão bem relacionado ele é, e costumeiramente, David enrola Jack e leva Jenny para algumas "aventuras". A guria fica encantada com o que o mundo que David a apresenta pode oferecer. Jantares, bares, ocasiõs que ela jamais imaginou vivenciar e diante disso, começa a se desviar dos caminhos que antes seguia à risca. Jenny mata aulas, mente para os pais e deixa de se dedicar aos estudos para se tornar a "namorada" de David. Os fatos que ela descobre sobre ele são o que dão a sequência ao filme.


É interessante pensar em Jenny como uma adolescente dos dias de hoje (apesar de a ambientação do filme se dar em meados dos anos sessenta, acredito, os jovens não mudam tanto assim com o decorrer dos anos. Ou, pelo menos não os seus anseios) que só quer se ver livre das rédeas da família e ser adulta logo. Porém, por mais que ela seja até bastante madura para seus 16 anos, não soube como lidar com as escolhas que tem diante de si: seguir a educação de seus pais ou aproveitar os prazeres da vida? Jenny fez uma escolha ruim, contudo, pôde voltar atrás (com ajuda de sua professora de literature inglesa) e retomar sua vida do ponto que havia feito a má escolha. Jenny teve um bom fim, mas, é cinema, certo? E cinema nem sempre é realista nesses aspectos.


Os cenários são lindos, a fotografia do filme é de tirar o fõlego, a trilha sonora é bem legal e a escolha para o elenco foi bem interessante. Carey Mulligan recebeu um Oscar de melhor atriz por sua atuação em Educação e eu fiquei bem surpresa com Peter, que apesar de não se expresser tanto no filme chegando até a parecer meio bobão, diria eu (prefiro pensar que na verdade, o personagem dele é que era um bobão completo, você irá concordar comigo caso assista o filme) tem uma desenvoltura bem interessante.


(As imagens do post são desta resenha aqui, que, alias, é ótima! E aqui você encontra a lista da trilha sonora)

domingo, abril 08, 2012

Desenrola, Raíssa!

Então, eu não costumo assistir muitos filmes e, sinceramente, os últimos que eu assisti não mereciam uma "resenha" (OI? Acho que não é bem isso que vai sair, mas... ok.) Mas aí, ontem a noite, eu e minha prima meiga locamos uns filmes e resolvemos passar a noite assistindo. Foram eles:
  • Desenrola.
  • O Escritor Fantasma;
  • Charlie St. Cloud; 
Conseguimos assistir o primeiro e o último. Tá, tudo bem que eu já tinha assistido o Charlie St. Cloud mas como a Emy ainda não tinha visto e já que o filme é estrelado pelo Zac Efron, não vi problema algum em repetir a dose. Tããããããão lindo! *-* 
Conseguem imaginar como foi chato assistir, né?

Mas esse foi só o segundo filme que nós vimos, o primeiro foi "Desenrola". É nacional, mas vai contra todas as críticas que são feitas ao cinema nacional.
Posso começar a deslanchar os elogios?

Galera, vocês não tem noção de como eu amei assistir o tal "Desenrola". Eu via o poster na frente da locadora e dizia "Ah, velho, tô com vontade de ver esse filme e tal", mas sempre que eu ia na locadora eu esquecia dele e pegava um da coluna dos lançamentos, sei lá porquê. Só sei que ontem, quando já tava indo acertar os três DVD's que eu tinha pego, dei uma olhadela pra ele e nem pensei duas vezes. Hoje tu vai comigo. Larguei o "Quero matar meu chefe" que eu estava levando, meio que sem motivo nenhum e fui pra casa pra poder assistir meus movies. Tamanha foi a minha surpresa quando o filme que começou, que até abandonei o celular e parei de trocar sms's. Prestei a maior atenção no filme, vidrada, sabem? Achei o máximo! A Olivia Torres interpretou muuuito bem e (apesar de eu achar ela meio rodadinha no começo do filme) conseguiu mostrar bem qual é a dúvida de muitas gurias por ai.

Não posso dizer que eu tenha o mesmo problema que ela, até porque não sou encanada com perder a virgindade (aliás, me manterei assim por um bom tempo), mas tem muita guria que pensa isso. No meu grupo de amigas o tema surge em algumas ocasiões e, tipo, as opiniões são bem diversificadas, mas pelo que elas falam quem já transou preferia ter esperado e quem ainda não transou vai esperar por mais um bom tempo. Acho super digno se manter virgem até quando for necessário, tipo, qual é a real necessidade de perdê-la? Afff, coisa muito pessoal, mano. IAUSHAUISHUAISHUIAS Mas né, voltando ao filme, a Olívia deu vida a personagem Priscila, que é uma guria de 16 anos e tem uma fixação com virgindade dela, ou melhor, com perdê-la. A Pri é apaixonada por um playboyzinho chamado Rafa, que é interpretado pelo Kayky Brito, mas é o maior galinha. Ela não dava a mínima, achava o cara o maior gato e queria que a primeira vez fosse com ele, aliás, acabou sendo. Enfim, não quero contar muito da história, mas em determinado momento (com um fator determinante, óbvio) o Boca (um guri que arruma uma 'big' confusão logo no início do filme) se apaixona pela Priscila e quer realizar alguns dos sonhos dela (estilo "Um amor para recordar", né?), aliás, essa decisão do Boca leva à algumas das cenas mais fofas do filme.
O que eu posso dizer é que você fica fuuu da vida com algumas atitudes do Rafa. Decepcionada com algumas atitudes da Rita. E encantada com as peripécias do Boca.
Fica o trailer pra vocês verem os personagens e um pedacinho do filme: 
EXTRAAAAAAS!
 A linda da Olívia cantando uma das músicas do filme:

E a música que toca nos créditos do fim do filme (Amei a versão! ♥):