Mostrando postagens com marcador #Resenhei. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #Resenhei. Mostrar todas as postagens

sábado, janeiro 25, 2014

Filme da madrugada - "Educação" (An education)

[educação+filme+an+education0.JPG]
Tenho uma mania bem desagradável - ou talvez não - de assistir filmes de madrugada. Sou daquelas pessoas que têm uma dificuldade enorme pra dormer e por estudar a noite me sinto mais ativa nesse período. Portanto... adaptei quase todas as minhas necessidades/atividades para esse período do dia (ou período da noite, anyway). Essa madrugada eu decidi virar direto (ou seja, não dormir) porque meu metabolismo está bem louco, então, assisti dois filmes e um deles é o "Educação". 
Eu já o havia visto, em 2010. Lembro de ter gostado muito, mas não o tinha analisado com olhos mais críticos, lendo-o nas entrelinhas. Preciso dar essa segunda oportunidade para alguns outros filmes que vi na mesma época mas que não dei lá muita chance de ser considerado como bom. OK. Let's go.
Sinopse: Jenny Carey (Carey Mulligan) tem 16 anos e vive com a família no subúrbio londrino em 1961. Inteligente e bela, sofre com o tédio de seus dias de adolescente e aguarda impacientemente a chegada da vida adulta. Seus pais alimentam o sonho de que ela vá estudar em Oxford, mas a moça se vê atraída por um outro tipo de vida. Quando conhece David (Peter Sarsgaard), homem charmoso e cosmopolita de trinta e poucos anos, vê um mundo novo se abrir diante de si. Ele a leva a concertos de música clássica, a leilões de arte, e a faz descobrir o glamour da noite, deixando-a em um dilema entre a educação formal e o aprendizado da vida. (Adoro Cinema)
 
Se eu der alguns spoilers, me perdoem, é que eu meio que não sei resenhar sem falar da obra em si.


Educação trata-se de um drama, onde uma jovem londrina com alma francesa se vê presa numa vida entediante e padronizada, frequenta uma escolar rígida e se destaca como aluna, tirando notas excelentes em Literatura, mas padecendo no Latim, que é o único obstáculo no seu caminho no que diz respeito a admissão em Oxford, tão sonhada por seu pai Jack. Toca violoncelo em uma orquestra local e tem duas amigas que vão com ela para todo lado. Ela conhece David em um dia chuvoso, ele a dá carona até em casa e se mostra engraçado e prestativo. O pai de Jenny se encanta com David e com o quão bem relacionado ele é, e costumeiramente, David enrola Jack e leva Jenny para algumas "aventuras". A guria fica encantada com o que o mundo que David a apresenta pode oferecer. Jantares, bares, ocasiõs que ela jamais imaginou vivenciar e diante disso, começa a se desviar dos caminhos que antes seguia à risca. Jenny mata aulas, mente para os pais e deixa de se dedicar aos estudos para se tornar a "namorada" de David. Os fatos que ela descobre sobre ele são o que dão a sequência ao filme.


É interessante pensar em Jenny como uma adolescente dos dias de hoje (apesar de a ambientação do filme se dar em meados dos anos sessenta, acredito, os jovens não mudam tanto assim com o decorrer dos anos. Ou, pelo menos não os seus anseios) que só quer se ver livre das rédeas da família e ser adulta logo. Porém, por mais que ela seja até bastante madura para seus 16 anos, não soube como lidar com as escolhas que tem diante de si: seguir a educação de seus pais ou aproveitar os prazeres da vida? Jenny fez uma escolha ruim, contudo, pôde voltar atrás (com ajuda de sua professora de literature inglesa) e retomar sua vida do ponto que havia feito a má escolha. Jenny teve um bom fim, mas, é cinema, certo? E cinema nem sempre é realista nesses aspectos.


Os cenários são lindos, a fotografia do filme é de tirar o fõlego, a trilha sonora é bem legal e a escolha para o elenco foi bem interessante. Carey Mulligan recebeu um Oscar de melhor atriz por sua atuação em Educação e eu fiquei bem surpresa com Peter, que apesar de não se expresser tanto no filme chegando até a parecer meio bobão, diria eu (prefiro pensar que na verdade, o personagem dele é que era um bobão completo, você irá concordar comigo caso assista o filme) tem uma desenvoltura bem interessante.


(As imagens do post são desta resenha aqui, que, alias, é ótima! E aqui você encontra a lista da trilha sonora)

terça-feira, junho 12, 2012

Happy Valentine, dears!

Feliz dia dos namorados pra quem vai poder passar a data acompanhada. A Titia aqui, vai ficar sozinha (again!), mas acabou entrando no clima, uma vez que todas as suas amigas tem namorados, todas as suas seis amigas tem namorado. Com todo esse clima "morrântico" no ar, até eu fiquei meio inspirada com o tema, viu? Estou quase criando um namorado imaginário pra poder curtir a data. Mas... se você, amiguinho ou amiguinha que tem namorado, ainda não programou nada pra hoje a noite (que atitude reprovável! tsc tsc tsc) aproveite algumas das dicas de filmes que eu trouxe pra poder curtir ao lado do boy ou da girl. Mas, por favor, não esquece de preparar um chocolate quente, uma pipoquinha doce e uma caixinha de chocolate pra poder devorar, né? (Ah, é bom não esquecer do lençoes de papel também, certo?)


Para sempre
Esse filme ainda está em cartaz no cinema, então, se tu tens a oportunidade de ir ver, aproveita a dica, guria/guri.
Page (Rachel McAdams) e Leo (Channing Tatum) viviam uma linda história de amor, mas um grave acidente de carro provocou uma grande mudança em suas vidas. Afinal, mesmo estando casados, ela não consegue se recordar de nada e muito menos ter algum tipo de memória sobre o relacionamento deles. Agora, resta para Leo a missão de reconquistá-la novamente para que possam então viver o romance que sempre desejaram. Baseado em fatos reais.
Um dia
Eu confesso que não assisti o filme, mas li o livro (apesar de não ter gostado taaaaanto assim). Disseram-me que o filme é melhor e pelo trailler que pude ver, as cenas encaixam-se perfeitamente com as descritas na obra de David Nicholls. 
Emma (Anne Hathaway) e Dexter (Jim Sturgees) se conheceram na faculdade, em 15 de julho. Esta data serve de base para acompanhar a vida deles ao longo de 20 anos. Neste período Emma enfrenta dificuldades para ser bem sucedida na carreira, enquanto que Dexter consegue sucesso fácil, tanto no trabalho quanto com as mulheres. A vida de ambos passa por várias outras pessoas, mas sempre está, de alguma forma, interligada.

Amor e outras drogas
Esse eu posso garantir que é ótimo. Assisti no último sábado, agarrada num travesseiro e achei lindinho demais. Toda a história se desenvolve em torno de um representante comercial de medicamentos e uma fotógrafa 'aposentada' portadora de Parkinson. Apesar de terem um primeiro encontro meio 'torto', assim dizendo, eles acabam se apaixonando e se envolvendo de uma forma única. 
Jamie Randall (Jake Gyllenhaal) é um sedutor incorrigível do tipo que perde a conta do número de mulheres com quem já transou. Após ser demitido do cargo de vendedor em uma loja de eletrodomésticos, por ter seduzido uma das funcionárias, ele passa a trabalhar num grande laboratório da indústria farmacêutica. Como representante comercial, sua função é abordar médicos e convencê-los a prescrever os produtos da empresa para os pacientes. Em uma dessas visitas, ele conhece Maggie Murdock (Anne Hathaway), uma jovem de 26 anos que sofre de mal de Parkinson. Inicialmente, Jamie fica atraído pela beleza física e por ter sido dispensado por ela, mas aos poucos descobre que existe algo mais forte. Maggie, por sua vez, também sente o mesmo, mas não quer levar adiante por causa de sua doença.

segunda-feira, abril 30, 2012

#Resenhei: Música das sombras - Julie Garwood

Eu dificilmente trago resenhas para vocês, né? Não é falta de leitura ou pouca disponibilidade, é preguiça de escrever mesmo. Nossa, tenho morrido de preguiça, aliás. Mas né... com esse friozinho gostoso que fez aqui na minha cidade hoje de tarde, consegui botar em dia umas leituras e, enfim, terminei um livro que havia começado na sexta passada. Como já disse o título do post, ele se chama "Música das Sombras", de Julie Garwood. Eu não o comprei (infelizmente), apenas peguei emprestado com uma amiga, mas confesso-lhes: eu não teria me arrependido nadinha se o tivesse comprado. 
Enfim, vamos a resenha em si? 
"Para a Princesa Gabrielle de St. Biel, a Escócia é uma terra com paisagens maravilhosas, rústicos chefes de tribos e profundos mistérios – astúcia e traições e agora, assassinatos. Enaltecida por sua extrema beleza e filha de um dos barões mais influentes da Inglaterra, Gabrielle é também a perfeita carta na manga para um rei que busca a paz na região montanhosa: o Rei John concedeu a mão de Gabrielle a um chefe de tribo bom e gentil. Mas tal casamento nunca se realizará. Durante sua última tentativa de preservar a liberdade, um súbito acontecimento altera radicalmente o futuro de Gabrielle – quando ela e seus guardas presenciam uma cena de extrema crueldade. Com uma flecha certeira, Gabrielle tira a vida de um homem, salva a vida de outro e, sem querer, inicia um enorme conflito. Em poucos dias, quando uma batalha real se instala entre antigos e novos inimigos, a região se torna um paiol de pólvora. Apesar de ter ido à Escócia para se casar, Gabrielle se vê envolvida nas intrigas locais quando dois nobres, subestimando a coragem e perícia de Gabrielle, mostram-se perigosamente fatais. Mas graças a um segredo de Gabrielle, Colm MacHugh, um dos mais temidos homens da Escócia, encontra um novo motivo para mostrar sua coragem. Sob aquele olhar penetrante, nem o corpo nem o coração de Gabrielle se encontram seguros." (Esse é o texto da 'orelha' do livro, certo?)
Muito bem. Quando eu peguei esse livro, tive poucas expectativas e sinceramente, não imaginei que chegaria até o fim. E um romance histórico, assim como vários outros da autora, mas não é porque se trata de um romance histórico que seduziria leitoras/leitores. Ao contrário de muitos, acho esse tipo de narrativa muito interessante. Envolve certo contexto que precisa de uma "verdade", levando o autor à correr atrás de fatos e informações que não são facilmente obtidas, o que é verdadeiramente admirável, convenhamos. 

Vamos por passos. Eu, na minha humilde falta de inteligência, não compreendi por que cargas d'água esse é o nome do livro. Não faz muito sentido e não há uma referência clara e objetiva durante o passar das páginas. Lógico, algumas frases apresentam pequenas referências, mas são coisas muito subjetivas, palavras que os olhos mal detectam, então fiquei meio boiando nesse aspecto. 

Outra coisa que me chamou muita atenção: os nomes dos personagens. De nada adianta o autor construir uma história incrível e avacalhar na hora de dar nome à eles, certo? Em Música das sombras, os nomes são criativos e fogem do usual. Tudo bem qeu no Brasil temos muitas Gabrielle's, mas imaginem se nos EUA tem alguma? Acho um pouco difícil encontrar. E, devido aos locais que o livro faz referência, muitos dos nomes seguem as tradições (dá pra usar essa palavra, produção?) locais, como o de Colm, por exemplo. No Brasil não tem nenhum Colm, né? Então, é à isso que me refiro. 

A personalidade dos personagens é algo que nos salta aos olhos nesse romance. Gabrielle, uma jovem mulher educada nos mais rígidos padrões da Inglaterra, por pais afetuosos, apresenta uma personalidade que é muito difícil de ser encontrada mesmo atualmente. Ela é decidida e segue os seus princípios, não deixa que lhe digam o que fazer e é tão gentil que parece que isso lhe sai pelos poros. Já Colm é o que chamaríamos de brutamontes grotesco,  porém, ao envolver-se afetivamente com Gabrielle mostra o quão leal e protetor ele é, além de se mostrar um perfeito cavalheiro apaixonado e apaixonante. 

Confesso também que fiquei abismada com o começo da estória. Expliquem-me aqueles que já leram: por que é que a mocinha demora tanto tempo pra ter um pouco de paz? Nossa, bem sério, fiquei com dó da Gabrielle porque a bichinha sofreu muito nas primeiras páginas e só começou a ter uma vida decente a partir da página 180. POR QUÊ? Coitadinha gente, dá a maior dó. 

Enfim, quando o romance se manifesta, aí já pensei comigo "oooxe, vô em frente porque ela vai acabar bem". Sério, se eu notasse que a Gabrielle iria se dar mal, eu nem iria continuar a ler. Eu simplesmente ODEIO quando os mocinhos e as mocinhas se dão mal ou têm finais trágicos. E não, não foi isso que aconteceu com Gabrielle e Colm. 

Os dois desencadeiam uma paixão quente, arrebatadora e (ouso dizer) invejável. Ele, apesar de ser impositor e querer que ela seja submissa (de certa forma) à ele, consegue fazê-la suspirar com seus beijos de tirar o fôlego e acata as decisões dela quando as julga acertadas. O Colm se torna um protetor de primeira, tanto que os guardas de Gabrielle (Stephen, Cristhien, Lucien e Faust: lindos, corajosos, leais e sábios) sentem que não precisam mais protegê-la, uma vez que Colm a oferece tudo o que ela necessita. 

Por fim, é um romance que surpreende porque você, nas primeiras páginas, nem imagina o final que a narrativa lhe trará e quando este chega, você suspira e pensa: "santo Deus, onde estão os Colm's desse mundo?"

Eu super recomendo o livro. Traz um vocabulário bem fácil para ser compreendido com apenas uma ou outra palavra mais complicada (afinal, dicionários precisam de palavras complicadas para poderem existir, certo?), nada que uma não possa ser resolvido. Algumas "cenas" (é, isso aí) são mais calientes,  mas nada que você já não tenha lido em outros livros. 

E quanto a autora? Ah, Julie Garwood é a autora de muitos campeões de venda 
recomendados pelo "New York Times", incluindo A dança das sombras, A confissão, 
Marcada mara morrer, Prazer de matar, O testamento e A próxima vítima. Além 
do recente lançamento de sua série histórica no Brasil. Seus livros já venderam mais 
de 32 milhões de cópias. 

ISBN 978-85-7775-070-2
9788577750702
352 páginas
R$ 45,90


Cuidem-se e, ao ler Música das Sombras lembrem de mim. :) 

domingo, abril 08, 2012

Desenrola, Raíssa!

Então, eu não costumo assistir muitos filmes e, sinceramente, os últimos que eu assisti não mereciam uma "resenha" (OI? Acho que não é bem isso que vai sair, mas... ok.) Mas aí, ontem a noite, eu e minha prima meiga locamos uns filmes e resolvemos passar a noite assistindo. Foram eles:
  • Desenrola.
  • O Escritor Fantasma;
  • Charlie St. Cloud; 
Conseguimos assistir o primeiro e o último. Tá, tudo bem que eu já tinha assistido o Charlie St. Cloud mas como a Emy ainda não tinha visto e já que o filme é estrelado pelo Zac Efron, não vi problema algum em repetir a dose. Tããããããão lindo! *-* 
Conseguem imaginar como foi chato assistir, né?

Mas esse foi só o segundo filme que nós vimos, o primeiro foi "Desenrola". É nacional, mas vai contra todas as críticas que são feitas ao cinema nacional.
Posso começar a deslanchar os elogios?

Galera, vocês não tem noção de como eu amei assistir o tal "Desenrola". Eu via o poster na frente da locadora e dizia "Ah, velho, tô com vontade de ver esse filme e tal", mas sempre que eu ia na locadora eu esquecia dele e pegava um da coluna dos lançamentos, sei lá porquê. Só sei que ontem, quando já tava indo acertar os três DVD's que eu tinha pego, dei uma olhadela pra ele e nem pensei duas vezes. Hoje tu vai comigo. Larguei o "Quero matar meu chefe" que eu estava levando, meio que sem motivo nenhum e fui pra casa pra poder assistir meus movies. Tamanha foi a minha surpresa quando o filme que começou, que até abandonei o celular e parei de trocar sms's. Prestei a maior atenção no filme, vidrada, sabem? Achei o máximo! A Olivia Torres interpretou muuuito bem e (apesar de eu achar ela meio rodadinha no começo do filme) conseguiu mostrar bem qual é a dúvida de muitas gurias por ai.

Não posso dizer que eu tenha o mesmo problema que ela, até porque não sou encanada com perder a virgindade (aliás, me manterei assim por um bom tempo), mas tem muita guria que pensa isso. No meu grupo de amigas o tema surge em algumas ocasiões e, tipo, as opiniões são bem diversificadas, mas pelo que elas falam quem já transou preferia ter esperado e quem ainda não transou vai esperar por mais um bom tempo. Acho super digno se manter virgem até quando for necessário, tipo, qual é a real necessidade de perdê-la? Afff, coisa muito pessoal, mano. IAUSHAUISHUAISHUIAS Mas né, voltando ao filme, a Olívia deu vida a personagem Priscila, que é uma guria de 16 anos e tem uma fixação com virgindade dela, ou melhor, com perdê-la. A Pri é apaixonada por um playboyzinho chamado Rafa, que é interpretado pelo Kayky Brito, mas é o maior galinha. Ela não dava a mínima, achava o cara o maior gato e queria que a primeira vez fosse com ele, aliás, acabou sendo. Enfim, não quero contar muito da história, mas em determinado momento (com um fator determinante, óbvio) o Boca (um guri que arruma uma 'big' confusão logo no início do filme) se apaixona pela Priscila e quer realizar alguns dos sonhos dela (estilo "Um amor para recordar", né?), aliás, essa decisão do Boca leva à algumas das cenas mais fofas do filme.
O que eu posso dizer é que você fica fuuu da vida com algumas atitudes do Rafa. Decepcionada com algumas atitudes da Rita. E encantada com as peripécias do Boca.
Fica o trailer pra vocês verem os personagens e um pedacinho do filme: 
EXTRAAAAAAS!
 A linda da Olívia cantando uma das músicas do filme:

E a música que toca nos créditos do fim do filme (Amei a versão! ♥): 

domingo, janeiro 08, 2012

#Resenhei: Anjos e demônios

Trouxe uma resenha de um dos meus preferidos desse ano. Uma história envolvente pra caramba e consagrada mundialmente. Li ano passado, nas férias de julho, mas só me veio à tona agora a ideia da resenha. 

Sinopse da Editora Sextante: Antes de decifrar 'O Código Da Vinci', Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, vive sua primeira aventura em 'Anjos e Demônios', quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável - a assinatura macabra no corpo da vítima - um ambigrama que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo - é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos. A antiga sociedade ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati - um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião. Em 'Anjos e Demônios', Dan Brown demonstra novamente sua extraordinária habilidade de entremear suspense com fascinantes informações sobre ciência, religião e história da arte, despertando a curiosidade dos leitores para os significados ocultos deixados em monumentos e documentos históricos.

Minha sinopse: Uma antiga seita ressurge na bela Roma. Os Illuminatti ameaçam explodir o Vaticano com uma nova substância, chamada Antimatéria, que tem teor pra dilacerar a Cidade-Estado. Além do terror causado pela apeaça da explosão, quatro carteais foram sequestrados às vesperas de um conclave, quinze dias após a morte do último Papa. Langdon entra no meio disso tudo, desvendando o Caminho da Iluminação, que fora criado quatocentos anos atrás por Galileu e Bernini. Eliminando todos os suspeitos possíveis, Langdon nos surpreende com o real culpado

Minha opinião: São capítulos bem curtos, com diferentes narradores, fazendo com que o enredo tenha um ritmo eletrizante e ao mesmo tempo leve, assim sendo, o leitor não cansa e a leitura flui com bom grado. Surpreendente desde as primeiras linhas, prendendo-te até o final. Todos os fatos se desenvolvem de forma tão incrível que o leitor fica inebriado com toda a ação que se desenrola. Brown explora a velha Roma e o místico Vaticano de uma maneira inédita, revelando detalhes sobre a história da Igreja Católica e sobre a Seita Illuminatti que eram totalmente desconhecidos por mim. É um livro de alta qualidade, um enredo que agrega muito a quem quer conhecer mais sobre Cultura Romana e Arquitetura Italiana, eu mesma levei um banho de informações maravilhosas. Muitos mistérios sutis são desvendados, trazendo a tona uma história completamente diferente da que conhecemos e aprendemos normalmente. Personagens bem montados, fatos bem costurados, trama envolvente, cenários místicos. Muito bem escrito. 

Um pouquinho da história: Robert Langdon é um famoso simbologista, formado em Harvard. Ele é chamado à Suiça devido a morte de um cientista. Leonardo Vettra trazia a palavra 'ILLUMINATTI' marcada a ferro quente em seu peito. Ele havia criado uma quantidade intrigante e perigosa de antimatéria (uma substância que destrói átomos), a pedido de sua filha, Vittória Vettra. Ela acompanha Langdon até o Vaticano, por dica do Hassassin, para que possam encontrar o Tubo de Antimatéria, que foi a causa da morte de Leonardo. O Hassassin, que diz ser o mensageiro dos Illuminatti, informa que encontrariam o tubo no Vaticano, mas que se não o fizessem em 24 horas toda a cidade iria pelos ares, graças ao destrutivo poder da Antimatéria. (Vale ressaltar que a antimatéria fora criada a partir do nada, fato que era inconcebível.) Já no Vaticano, o chefe da Guarda Suíça (Os seguranças do vaticano) revela a Langdon e Vittoria que quatro cardeais, o quatro Preferitti. O Hassassin se comunica com o antigo camerlengo e diz que os cardeais serão mortos um a cada hora, a partir das 19:00. Langdon tem acesso aos arquivos do Vaticano e descobre um fólio de Galileu que contém informações sobre o Caminho da Iluminação. O professor acha que os cardeais serão mortos nesses quatro marcos. Langdon e Vittoria, juntamente com alguns membros da Guarda Suíça, saem por Roma, tentando descobrir quais são os marcos da Iluminação e evitando que os cardeais sejam mortos. Os dois primeiros eles não conseguem salvar. Já no terceiro, chegam a tempo de vê-lo morrer. Langdon até tenta salvá-lo, mas não consegue e quase morre. O Hassassin sequestra Vittoria. O quatro cardeal, e o mais importante preferitti, é salvo, mas novamente Langdon é quase morto. [...]

Vou deixar o resto em aberto, até porque não quero que vocês descubram o final. Ou melhor, não será por mim que vocês descobrirão. 
Dan Brown é o consagrado autor de "O código Da Vinci". Todos os seus livros já estiveram na lista dos mais vendidos. Sua esposa o ajuda nas pesquisas para seus livros. Mora em New England, EUA.

segunda-feira, janeiro 02, 2012

#Resenhei - A Maldição do tigre

Olá bonitos e bonitas :) Ano novo, leitura nova. Eu li "A maldição do tigre" em menos de 12 horas. Espero que vocês se entusiasmem tanto quanto eu. :) 
A sinopse no site da Editora Arqueiro diz o seguinte:

"Paixão. Destino. Lealdade. Você arriscaria tudo para salvar seu grande amor?"
Kelsey Hayes perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco. Kelsey sente uma forte conexão com o misterioso animal de olhos azuis e, tocada por sua solidão, passa a maior parte do seu tempo livre ao lado dele. O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é na verdade Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço. Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem. A maldição do tigre é o primeiro volume de uma saga fantástica e épica, que apresenta mitos hindus, lugares exóticos e personagens sedutores. Lançado originalmente como e-book, o livro de estreia de Colleen Houck ficou sete semanas no primeiro lugar da lista de mais vendidos da Amazon, entrando depois na do The New York Times.

Deu pra notar que é quase irresistível, não? Pelo que vocês perceberam na imagem do post, eu amei a história e dou cinco estrelas sem nem cogitar umas quatro. É o seguinte: TODA A HISTÓRIA É MARAVILHOSA! Os fatos se conectam, as lendas e mitos fazem com que o enredo ganhe corpo e pareça extremamente real. Eu e minha imaginação fértil viajamos junto com e Kelsey e o Dhiren. Aliás, que Dhiren, hein? Kelsey é o tipo de menina comum. Adolescente, procura um emprego para as férias. Aonde ela consegue um emprego? Num circo. Sua função é cuidar da bilheteria, junto com Matt, e alimentar os animais, inclusive um belo tigre branco. Seriam quinze dias, mas como teria de acordar muito cedo e acabar o serviço bem tarde, o dono do circo ofereceu-lhe 'abrigo' no próprio circo. Ela aceitou de bom grado. Na primeira apresentação de Dhiren, o tigre, ela já fica impressionada com a destreza do animal. Como um de seus trabalhos é cuidar da alimentação de Dhiren, ela começa a passar algum tempo com ele e enfim, se afeiçoa ao tigre de olhos azuis. Ela começa a passar todo o tempo livre junto com o tigre. Lê Shakespeare pra ele, faz desenhos dele em seu diário. Em uma noite, ela encontra um senhor com feições indianas próximo à jaula de Dhiren, ele se chama Anik Kadam. O Sr. Kadam precisa que alguém acompanhe Dhiren até a Índia, onde ele será solto em uma reserva se tigres, como um santuário. O Sr. Davis, adestrador de animais do circo, indica Kelsey para o "cargo" já que ela se afeiçoou ao animal. Ela aceita o trabalho. Quando chegam na Índia, o caminhão que estava transportando Kelsey e Dhiren simplesmente some, mas para a surpresa dela, Dhiren ficou. O tigre começa a ir selva a dentro, e Kelsey, com medo de perdê-lo, segue-o. Pernoitam em uma clareira, e na manhã seguinte, Dhiren guia Kelsey a uma pequena cabana. Ali ele se transforma em homem e conta sobre a sua maldição. 

Vou parar de contar a história, até porque, a minha intenção com as resenhas é incentivar a leitura, e não acabar com ela, certo? Como eu disse ali em cima, no primeiro parágrafo, eu amei o enredo da história. É denso, como se fosse palpável. A única coisa que me deixou meio confusa foi a confusão dos sentimentos da Kelsey, quase no final do livro. Se ela gosta do Dhiren e ele gosta dela, porque não cedem a esse amor? Ela se julga inapta a amá-lo, e acha que ele só gosta dela por piedade. KELLS, hello! Não desperdice a chance, querida. Ele é literalmente um gatão! Eu não desperdiçaria. 

Minha opinião para os próximos volumes da série: Eu creio que a Colleen continuará descrevendo as viagens de Kelsey e Dhiren, já que em "A maldiçao do tigre" eles só desfazem uma das quatro partes da maldição. Kelsey está em perigo, pois Lokesh, o feiticeiro que lançou a maldição sobre Dhiren e Kishan, sabe da existência da garota e também têm consciência de que ela está com o amuleto que ele tanto quer. Outra coisa, eu tenho quase certeza de que Kelsey também vai se apaixonar por Kishan. ai vai ser tipo o triangulo amoroso de "Twilight": ela ama um, mas não consegue se imaginar longe do outro. ISSO NA MINHA OPINIÃO, OK? Outra coisa, o Dhiren é muito lindo, se ela não casar, eu caso. AHAHAHHAHA. 

Mais informações: Eu vi por ai (não me perguntem onde porque eu não lembro!), que são cinco livros. E se for, ÓTIMO, estou bem feliz com isso. Outra coisa bem legal, é que a Colleen Houck vendeu a história pra Paramount (Empresa cinematográfica) que já anunciou que gravará o filme e lançará ainda nesse primeiro semestre de 2012. EU JÁ ESTOU LOUCA PRA VER! 

segunda-feira, dezembro 12, 2011

Falando sobre " O Símbolo Perdido"



Nome da Obra: O Símbolo Perdido
Autor: Dan Brown
Editora: Sextante :: Ficção
Número de páginas: 489
Valor aproximado: R$18,95 (na Lojas Americanas); R$22,90 (na Submarino); R$23,90 (na Saraiva)

"O símbolo perdido é denso, exótico, cheio de códigos e pistas, imagens impressionantes e a dinâmica incessante que torna impossível deixá-lo de lado. Esplêndido. Outra historia arrebatadora de Robert Langdon. - The New York Times. 

Não me interpretem mal, mas eu sou uma apaixonada pelas aventuras de Robert Langdon. Acredito que seja um dos livros do gênero “suspense” que mais prenda a minha atenção. Quando digo que sou fissurada por essa “trilogia” entendam que falo isso com conhecimento de causa, ou seja, já li “Anjos e Demônios”, “O código Da Vinci” e “O símbolo perdido”, o que significa que conheço bem as peripécias do Professor Langdon. Infelizmente não paro por ai. Sempre gostei da parte que envolve símbolos, dentro da própria História, e com esses livros dediquei-me um pouco mais ao estudo e análise das citações envolvidas no Enredo. Um exemplo disso foi a pesquisa sobre o “Graal”, mencionado no “Código Da Vinci”. Sabe-se que a história do Graal envolve uma lenda, cujo real significado é a verdade sobre a vida de Cristo, onde acredita-se que Ele teria tido um filho com Maria Madalena fazendo com que a linhagem com “Sangue Real” (significado literal do Graal) de Cristo estivesse continuada, a partir do nascimento desse bebê, proveniente do útero de um sagrado feminino. O Graal em si, não seria a taça onde José de Arimatéia coletou o sangue que escorreu do corpo de Cristo logo após a última açoitada que Ele levou na cruz. Porém, nada passa de especulação, pois nada sobre o Graal é confirmado ou registrado. Muitas batalhas foram travadas para que o segredo do “Sang Real” fosse protegido e um belo exemplo disso são as cruzadas. A lenta do Graal diz que os Cavaleiros Templários eram os protetores do Graal e que na verdade, todas as batalhas que eles travaram foi para garantir que o Segredo do Graal estivesse em plena segurança. Mas não é sobre "O código Da Vinci" que eu quero falar. 

Final de ano... Amigo secreto rolando por ai... E adivinhem o que eu ganhei de amigo secreto? "O símbolo perdido"! Na verdade, minha amiga secreta me especulou a semana toda sobre qual presente eu gostaria, mas eu jamais imaginei que ela tivesse pego o meu nome, até porque seria uma baita coincidência. A Isabela (Gata que sempre lê o "Smile! Beijo pra ti. :] ) é a minha melhor amiga dentro da minha turma, a pessoa que eu sou mais próxima e mais convivo. Por ironia do destino (ou sorte minha, como preferirem) ela me "tirou", e me deu o melhor presente de amigo secreto que eu já ganhei! Como não consigo controlar minha obsessão por livros, já terminei de lê-lo, e a intenção de toda essa postagem enorme é fazer uma "resenha". :] 

"O símbolo perdido", de Dan Brown, assim como os outros dois volumes que trazem o personagem Robert Langdon, trás muito mistério consigo. O enredo em si é muito simples, o que facilita (e muito) a compreensão de todos os fatos históricos envolvidos. Sucintamente, esse terceiro livro conta sobre uma viagem que Langdon precisou fazer a Washington, D.C., para dar uma palestra no Capitólio, falando sobre a Maçonaria. Peter Solomon, seu amigo e mentor durante o período da Faculdade, havia pedido a Robert que falasse sobre os mistérios envolvidos da Fraternidade Francomaçônica. Ao chegar em Washington, o simbologista descobre que, na realidade, Peter Solomon foi sequestrado e Mal'akh (o sequestrador), quer que Langdon descubra onde está a Pirâmide Maçônica e que desvende-a, descobrindo a localização exata dos Antigos Mistérios. Langdon, juntamente com Katherine Solomon, irmã do Peter, passa por situações inimagináveis e passa a conhecer muitos membros da Fraternidade Maçônica de Washington. Ao revelar os segredos da Pirâmide Maçônica, Robert relembra conceitos históricos da Irmandade Francomaçônica, desmistificando-a e tirando a imagem de "seita do mal" que sempre tivemos a respeito do maçons. 

Outro ponto que me trouxe muito discernimento foi o estudo de Katherine Solomon. Antes de tudo, deixe-me apresentá-la. Katherine é a única parente viva de Peter, ela é cientista e tem cinquenta e poucos anos. Já conhecia Langdon, de modo que eles já tinham certo nível de intimidade, sendo que Robert já conhecia Peter e Katherine (coisa que até então não tinha aparecido em "Anjos e demônios" já que Vittoria Vetra era uma desconhecida para ele até o começo da trama e nem em "O código Da Vinci", sendo que ele também não conhecia Sophie Neveu). A área da ciência que Katherine trabalha é a Noética, um ramo que estuda as propriedades da mente humana, afirmando que pensamentos têm força para realizar ações e afirmando que a mente humana é o mais poderoso objeto de mudança que possuímos. A Noética é uma área real e que desperta (e MUITO) o meu interesse. 

Enfim, "O símbolo perdido" é mais um dos sucessos de Dan Brown, mas também é o livro que encerra a participação de Langdon nos escritos de Dan.Outros títulos como "Ponto de impacto" e "Fortaleza digital", também de Dan Brown, haviam despertado meu interesse, mas não li muitas críticas positivas à respeito dos mesmos, então, acho que não os lerei. 
Dan Brown é o autor de livros de suspense mais popular da atualidade. Seu mega-seller "O código Da Vinci" já vendeu mais de 80 milhões de exemplares em todo o mundo. Ele também escreveu "Anjos e Demônios", "Fortaleza digital" e "Ponto de impacto". Dan é casado com a pintora e historiadora Blythe, que colabora nas pesquisas de seus livros. Ele mora na Nova Inglaterra, nos EUA. 
E você, ganhou o que de presente no "amigo-secreto"? 

quarta-feira, setembro 28, 2011

Imortal: Histórias de amor eterno - P.C. Cast e outras autoras

Olá! Como estão todos? Espero que não estejam bravos comigo pelas constantes alterações no layout. Sinto informar que, provavelmente esse também não durará muito tempo, mas estará ai por pelo menos dez dias, que é o tempo que eu - provavelmente - vá levar pra enjoar dele. Mas o assunto não é esse.
Que tal começarmos logo e pararmos de papo?






















Mas porque só três estrelas? Vocês perceberão como fui generosa depois de ler o dito livro.
Vamos do início: Imortal: histórias de amor eterno é um livro de contos. Esses contos foram redigidos pelas escritoras de algumas das séries de maior destaque no cenário dos Romances Vampirescos e Sobrenaturais. A própria Kristin Cast, filha da P.C. Cast, é um exemplo de fama. Juntamente com a mãe, Kristin escreve a Série Morada da Noite, da qual sou muito fã, como vocês sabem. É uma série de sucesso, não dá pra negar, mas creio eu que ela não foi muito feliz em seu conto. Não que o da Kristin seja o pior, (e que fique registrado: tem contos muito retardados no livro ) mas simplesmente não teve tanto destaque quanto poderia ter tido, ou sequer, quando Morada da noite teve. Seu conto intitula-se "Névoa amarela" e trata de um rapaz imortal que veio do SubMundo apenas para salvar a vida de uma garota cuja mãe estava nas mãos de um tipo estranho de vampiro. Não é uma história previsível, ams não é exatamente surpreendente como eu esperava que fosse. Acho que coloquei muita expectativa em cima da pobre Kristin.
Outro conto que não está entre os piores do livro é chamado "Lua azul". Ok, o nome não é dos mais criativos, mas o enredo foi o mais agradável. Conta sobre uma menina, Lucy, que precisa fugir do seu pai, porque ela tem a cura pro gene vampiro, ou seja, ela pode extingui-los. Seu pai não anseia tê-la fora de suas vistas porque é um poderoso empresário em sua cidade e não deseja deixar de ser vampiro. É um ambiente bem futurista, mas não inédito. Ela consegue fugir com a ajuda de um rapaz, chamado Nathan. Ah, esse também foi o único dos contos que valeria a pena ter uma continuação, tipo, daria pra ter uma série de livros (um volume único que fosse), mas é o único também. Outras histórias como "Bons modos à mesa" e "Amor assombrado" não são exatamente ruins, mas não merecem comentários.

Enfim, eu coloquei muita esperança em cima das renomadas escritoras, contando a partir das séries que escreveram, mas sinceramente? me decepcionei. Não gosto de frustrar minhas expectativas, mas foi isso que aconteceu.

Apesar de ser meio chato, a leitura flui rápido devido as letras grandes e a fácil compreensão das frases.

Indicação: Minha única indicação pra quem tem vontade de lê-lo é para quem nunca leu um bom livro de Romances Vampirescos. Se você tiver lido Twilight, vai se frustrar bastante. Se tiver lido House of Night vai se frustrar mais ainda pela mornidão dos enredos. Se gostar de Harry Potter, desista, nunca vai gostar de histórias simples como essas. NOVAMENTE: se você nunca leu um livro de romances desse gênero, leia. É uma boa iniciação. Para os experts eu sugiro que se distraiam com outros livros, porque esse daqui vai ser meio entediante.

Eu realmente espero que tenham gostado da minha resenha, apesar de ser muito crítica. Aliás, pensando assim, não fui tão crítica, mas é que eu não curti a história, não tinha como eu -simplesmente- mentir pra vocês. Comentem e me digam se já leram, ou se tem vontade de ler. Discordam da minha opinião? Ah, então deixe-me saber a sua!

Muitos beijos!



quarta-feira, setembro 14, 2011

Sagas literárias; Deus; Imaginação fértil

Olá. Como estão vocês? Apesar de 'desaparecida', estou bem. Tive um final de semana bem literário. Enfim, hoje eu quero falar sobre um monte de coisas, então, se essa postagem ficar estranhamente enrolada e confusa, eu não desejo que vocês deixem de seguir o Smile ou nunca mais o visitem. Provavelmente será uma postagem esporádica ou eu estava muito idiota quando escrevi, sendo que a ultima alternativa é provável e sensivelmente palpável.  

Bem, sagas literárias... são várias, não? Que atire a primeira pedra quem nunca gostou de "Crepúsculo", ou "Harry Potter", ou "Percy Jackson", ou "Os Imortais", ou "Nárnia", ou "Senhor dos anéis", ou "qualquer outra coisa Nerd que desperte seu interesse por literatura". Vale até clássicos nacionais, que por sinal, não me despertam interesse nenhum. Anyway, todos eles despertam um lado legal de todos nós. Citei alguns que são mais conhecidos para que compreendam que o que eu tenho pra dizer abrange a muita gente. Muitos dos que gostam de Crepúsculo não curtem Harry Potter, e você sabe o motivo? (Ao menos em minha opinião) São duas sagas fortíssimas e que tiveram grande repercussão na mídia. Ambas tiveram um enorme eco de seu sucesso literário expresso pelas grandes telas dos cinemas e até mesmo pelos DVD's. São meio que 'concorrentes', se é que posso me fazer compreender dessa forma. Eu gosto de boa parte dessas sagas, como boa adolescente que sou. 

Quando "Crepúsculo" foi lançada, SENHOR!, o que eu mais desejava era ser a Bela e ter o intenso amor de Jacob e o protecionismo que Edward tinha com ela. Eu era apaixonada pela saga, e asseguro-lhes que devorei os livros, não uma mas várias vezes. Tenho os exemplares até hoje e tamanha era minha obsessão pelo enredo, que comprei o "Amanhecer" em pré-venda - pagando o dobro (ou triplo) do que é cobrado atualmente. - Mas fã que é fã faz essas loucuras mesmo. Mas não me ative apenas à Saga Crepúsculo. Felizmente (ou não), encontrei uma nova série que me fez suspirar e imaginar grandes amores. Alyson Noël me fez delirar com "Os Imortais". Acreditem, é uma história muito boa. Apesar de soar falso para alguns e não parecer nadinha interessante à outros, me atraiu de um modo peculiar. A jovem Ever tinha a vida com que muitos sonhavam, mas após um desastre se tornou imortal, e eu não vou contar mais sobre a história. Eu li (devorei seria mais correto?) os dois primeiros livros da série e estou doida pra ler "Terra de sombras", que é o terceiro volume escrito. Já há o quinto volume publicado, mas a minha teimosia me impedia de ler em e-book - sinto que os acontecimentos recentes mudarão essa minha visão sobre o pobres e-book's, não seja curioso e continue lendo, sem trapacear - Infelizmente minha paixão por sagas não acaba por ai, e tristemente, (sou apaixonada por advérbios de modo, ok? ) minha paixão mais "avassaladora" é esta que lhes contarei agora: "House of night" - ou Morada da Noite, como queiram -. Não é uma paixão nova e eu não sei porque nunca falei dela aqui no blog, já que a julgo tão interessante através de diversos aspectos.

De qualquer forma, House of Night me ganhou em diferentes ângulos. Não é uma série enrolada como Crepúsculo, nada tão pacífico como Os Imortais, mas não tão histórica e complicada quanto Percy Jackson (que tem um fundamento na Mística história Grega). Simplesmente me ganhou por ser a "Morada da noite". Vejo a série de P.C Cast e sua filha Kristin Cast, com os mesmos olhos com que vejo "Nárnia", olhos que vão além da mística envolta em todo o enredo do livro. Sou fiel ao meu Deus, contudo, consigo enxergá-lO nos deuses das obras a que me refiro. Eu "House of Night" a deusa Nyx oferece aos seus filhos o livre-arbítrio para escolherem entre a Luz e a Escuridão. (Com L e E maiúsculos, pois simbolizam pessoas, sendo algo como Deus e diabo). Já em Nárnia, Aslan se apresenta amoroso e bondoso sem ser permissivo o suficiente para que zombem de sua cara, assim como Deus. 

Na Morada da Noite, muitas coisas assustadoramente assustadoras são representadas. Em Queimada (Burned), o sexto livro da série (que eu comecei de ler sábado, e terminei no sábado mesmo. ahahahaha), surgem touros que representam o bem e o mal. Contraditoriamente, o touro branco é maligno e o preto é bonzinho... mas isso não vem ao caso. Ambos representam forças ocultas da natureza. Em uma passagem de "Queimada", os amigos da Zoey dizem o seguinte: 
—Zoey está terrivelmente perto da Luz,— Damien disse suavemente.
—Perto o suficiente para ser chifrada pela Escuridão, — Stark disse. —Especialmente se a Escuridão foi enviada para assegurar que ela nunca encontre a Luz de novo.
Assim ocorre com aqueles que tentam pregar a palavra de Deus onde não há abertura pra isso. Quanto mais próximo da Luz se está, mais a escuridão tenta afligir. Quanto mais se trabalha à favor da Luz, mais a escuridão te engole e faz você se sentir mal. Quando é dito "especialmente se a Escuridão foi enviada para assegurar que ela nunca encontre a Luz de novo." eles explicitam muito bem o risco que se corre. Como um alerta. Mas é, de certa forma, um alerta a ser ignorado. No caso da Zoey, quanto mais próxima da Luz ela está, mais a Escuridão se aproxima dela. Até porque, assim como o amor e o ódio, são lados opostos mas que se encontram em uma proximidade absurda e perigosa. Assim como o roxo e o verde estão opostos no círculo cromático, a Fé e a religião são opostas. "Ué, mas não é a mesma coisa?" NÃO. Ser fascinado pela religião é uma coisa muito diferente de ter Fé em algo ou alguém. Por exemplo: Eu tenho fé em mim, sei que tenho capacidade, e que um dia ainda serei quem realmente almejo ser, mas essa não é a minha religião. Será que deu pra entender a comparação? É algo como isso. Enfim, não misturo as coisas, e nem passei a adorar Nyx ou Aslan, mas acho que eles são a mistura do nosso Deus. Acredito também, que ao escrever esses livros, ou autores buscavam abrir os olhos de uma geração que necessita buscar à Deus, mas que não O vê como alguem necessário para sua sobrevivência, quando na verdade, é o Único de quem precisamos. 

Outra passagem interessante diz: 
—Então pese suas ações cuidadosamente,— a rainha disse a ele. —No Outromundo e nesse mundo. E considere isso - os jovem e ingênuos acreditam que o amor seja a força mais poderosa do universo. Aqueles de nós que são mais, deixe-nos dizer, realistas sabem que uma única pessoa sendo reforçada por integridade e propósito, pode ser mais poderosa que um grupo de românticos apaixonados.
Uma boa citação da Raínha Sgiach, que se mostra bem sábia dentro do contexto em que surge.  Pensamos que só sobrevivemos por amor. Na verdade, precisamos dele, mas há coisas mais importantes a serem priorizadas. No caso, Sgiach menciona a integridade e o propósito, e eu super concordo com ela quando diz isso. Se um jovem, no nosso caso, não for íntegro e com determinações, não chegará à lugar nenhum, ou você acredita que sendo uma pessoa de péssimo caráter conseguirá ser alguém na vida? Acho que não, né? Enfim, são características muito importantes para serem levadas em conta quando formamos nosso caráter.

Quanto à imaginação fértil, eu só queria perguntar se vocês são tão imaginativos quanto eu, porque sinceramente, eu não preciso nem ver os filmes que serão lançados com base em House of Night pra saber como é. Aliás, morro de medo que estraguem mais uma obra literária. Vocês também tem medo dessas adaptações que são feitas? Comentem e me digam.

Novamente, perdão pela demora e pelo sumiço. Ando preguiçosa demais.