sábado, abril 09, 2011
quinta-feira, março 24, 2011
Meu pequeno mundo estranho

A vida não é só estudar, ter uma vida social, ela é também o tempo que você tira para si, para pensar se tudo está certo, se algo precisa ser mudado. Nós somos feitos de pensamentos, e são esses pensamentos que nos fazem ser o que somos.
Fonte: Meu Pequeno Mundo Estranho
É exatamente como me sinto. Grandes beijos:*
domingo, março 20, 2011
O Ritual
Oi pessoal. Eu estava lendo o Medo B e vi um post que me chamou atenção, sobre uma sinopse de um filme novo. Vou repostar aqui para vocês e fazer um breve comentário.

O Ritual conta a história do Michael Kovak, que tem uma família de agentes funerários. Na família dele ou a pessoa trabalha como agente funerário, maquiando os defuntos, ou vira Padre.
Em duvida com sua fé, Michael Kovak passa nas provas da igreja, lá um padre que é seu amigo manda ele fazer um curso de exorcismo no Vaticano para ele decidir sua vida.
Já na Itália ele acompanha a vida de um Padre exorcisma, e põe a prova sua fé...
Assim como o exorcista e filmes do gênero, acredito que o Ritual é um filme mais forte para pessoas religiosas. Inclusive ele é mais sério que "o exorcista", demonstra como são os sinais de uma possessão, e o principal: A princípio é baseado em uma história REAL.
O Filme é bom também pra quem não é religioso, mas gosta de sentir medo. Mantém um clima sombrio desde a primeira cena, que é o garoto em casa maquiando um defunto.
Mantém um clima sério durante o filme, levando o assunto a sério, e te deixando em duvida se ser cético, não seria uma jogada para o Diabo?
Pois bem, lendo isso, assistindo ao trailer do filme, me veio à mente o seguinte: quantas pessoas são enganadas pelo Diabo sendo céticas? É exatamente isso que ele quer, nos enganar, tirar nossa visão. Os demônios existem, sim, e o inferno é real. Há vários casos que comprovam, não apenas pela fé, mas no nosso próprio mundinho louco chamado Terra, há coisas simplesmente inexplicáveis. Ou você realmente consegue explicar todas elas? Nem as mentes mais inteligentes deste mundo conseguiram, tem certeza que logo você consegue?
Pense a respeito disso antes que seja tarde.
(Mia S. está falando sério)
sexta-feira, março 11, 2011
Amigos...

...fazem com que qualquer lugar se torne um parque de diversão. Com eles parece que o tempo passa mais rápido, espera 3 horas uma outra sessão do cinema começar não parece monótono ou chato, na verdade pode até se revelar mais interessante do que o filme que você tanto espera. Eles são as únicas pessoas que fazem você ter crises de risos de cinco em cinco minutos e você nem se importa de fazer papel de idiota na frente deles, porque eles embarcam com você em qualquer loucura e no fim todos riem. São aquelas pessoas que me fazem ser quase expulsa de qualquer que eu esteja com eles, e mesmo assim eu não me importo. São aqueles que só a presença já me faz bem, todo o clima ruim passa com eles, são aqueles que eu quero realmente levar pra toda a vida. São aqueles que eu AMO, porque sim, amor não existe só entre homem e mulher, existe entre amigos e é isso que faz com que fiquemos unidos sempre. Não importa se um dia a vida, as circunstâncias, ou o que seja!, nos separar, eu sei que se em um dia qualquer eu esbarrar na rua com eles tudo aquilo que vivemos vai voltar e nossa amizade vai continuar. E é isso, amigos, amigos de verdade, são aqueles que fazem coisas por você sem segundas intenções, são como uma segunda família. E eu sei que posso contar com eles. Eles me fazem perceber que a maior verdade e que parece muito obvio e que mesmo assim as pessoas não enxergam, é que a felicidade está nas pequenas coisas, coisas que volta e meia vem em sua mente e te fazem rir ou suspirar.
É, acho que amo vocês, amigos ♥
Carolina P. ><
quarta-feira, março 02, 2011
Broken Heart
Sentir-se despedaçada já era de praxe. Alice já havia se sentido dessa forma diversas vezes, mas era praticamente impossível impedir que isso acontecesse de novo, e a possibilidade se tornava maior apos cada dia que ela passasse ao lado de James.
Ela sempre fora apaixonada por ele, desde que eram crianças. Conviviam juntos desde que ela tinha três anos e ele oito. Faziam piqueniques, brincavam todas as tardes, faziam tudo juntos (absolutamente tudo). Era um amor inocente, que surgia com uma facilidade incrível. Uma pena é que tudo que vem fácil, tem um fim facilmente também.
Quando Alice fez 17 anos, James a pediu em namoro, e Alice toda boba aceitou na hora. O namoro durou exatos onze meses, e nesse período, a felicidade foi plena.
Até que em uma tarde,chuvosa, Alice vê James aos agarros com outra menina, uma menina que até então era sua melhor amiga. Além de ter sido traída pelo namorado, sua melhor amiga havia lhe traido também.
Seu coração bateu lentamente, sua pulsação diminuiu, ela quase podia sentir seu sangue passando pelas veias, tamanha a demora. Começou a ficar vermelha, como se tivesse engasgado com algo, um pedaço do seu coração despedaçado - quem sabe. O ar lhe faltou, sua respiração se acelerou, seus pulmões ansiavam por ar, precisavam dele, necessitavam-no. Sua boca se fechou, e ela reprimiu um grito de dor, enquanto caia no chão, já sem os sentidos.
O barulho de seu pequeno corpo batendo no pavimento, fez com que James a olhasse e desse um grito desesperado, misto com susto, dor e perda.
- Alice, meu anjo! - Bradou.
Mas já era tarde, o coração de Alice já nao batia mais.
Portanto, seu coração não se partiria mais.
Autoria: Raíssa T. Klasman
Os sorrisos que estão escondidos aqui:
Contos mal contados,
Raíssa,
Sentimentos,
TXT
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
A vida e a voz interior de cada um
Olá pessoal. Eu sou a Mia Sodré e vou estar cuidando do Smile para a Raíssa, por uns dias. Na verdade, já era para eu ter começado a postar aqui para vocês desde quinta, mas essa semana foi muito enrolada. Primeiro, porque tinha dado um probleminha de layout no meu blog, o Wink! (para quem quiser conhecer), e levei 2 dias para resolver direitinho.
Segundo porque, como todo mundo sabe, é época de volta às aulas, ao menos aqui no Sul (já que, em alguns outros estados desse nosso lindo Brasil, as aulas começaram em fevereiro), e eu ainda estava ajeitando a minha matrícula, coisa que demorou muito, by the way. E também porque andei muito indecisa quanto a estudar naquela escola para qual me mandaram ou pedir uma transferência para algum outro lugar que eu considere melhor qualificado.
E pensando a respeito disso, me dei conta de que nossa vida está sempre repleta de decisões e escolhas, que a qualquer hora podem (ou não) alterar o curso da nossa existência. A gente tem que decidir várias coisas, desde a cor do sutiã até a faculdade que quer cursar. E muitas vezes essas decisões se tornam um tanto quanto difíceis. Quantas vezes nós não avaliamos e reavaliamos uma situação até decidir o que é o melhor a ser feito? Essa cena se repete várias vezes durante um ano, um mês, uma semana e porque não, um dia. Nós sempre estamos querendo buscar o melhor, o que nos favorece mais. Mas então eu pensei: e se o que acharmos que seja melhor não for?
E é aí que entra aquela nossa amiguinha básica de todo santo dia: a indecisão. Aquela que não nos deixa dormir, fazer o dever de casa, escutar música ou cozinhar direito. Aquela que te deixa na maior aflição entre um garoto e outro, entre o vestido ou o short, entre crème brullè e gelatina, entre Psicologia e Direito. É meus amores, as escolhas podem nos atormentar se não soubermos lidar com elas direito. Mas então, o que fazer quanto a isso?
Simples (ou nem tanto): siga seu coração. Pesquisas (feitas com esta que vos escreve e suas antigas amigas) comprovam que pessoas que seguem seu coração, intuição ou seja-lá-como-você-chama-essa-sua-vozinha-interior costumam ser mais felizes e não se arrepender de suas decisões.
Para o pessoal ligado, tá dado o recado: não pense tanto, pensar deixa você maluco. Apenas faça o que tem de fazer e deixe os outros falarem o que tem de falar.
Beijos, pessoal. Eu volto.
(Mia S. sempre foi uma menina decidida)
Segundo porque, como todo mundo sabe, é época de volta às aulas, ao menos aqui no Sul (já que, em alguns outros estados desse nosso lindo Brasil, as aulas começaram em fevereiro), e eu ainda estava ajeitando a minha matrícula, coisa que demorou muito, by the way. E também porque andei muito indecisa quanto a estudar naquela escola para qual me mandaram ou pedir uma transferência para algum outro lugar que eu considere melhor qualificado.
E pensando a respeito disso, me dei conta de que nossa vida está sempre repleta de decisões e escolhas, que a qualquer hora podem (ou não) alterar o curso da nossa existência. A gente tem que decidir várias coisas, desde a cor do sutiã até a faculdade que quer cursar. E muitas vezes essas decisões se tornam um tanto quanto difíceis. Quantas vezes nós não avaliamos e reavaliamos uma situação até decidir o que é o melhor a ser feito? Essa cena se repete várias vezes durante um ano, um mês, uma semana e porque não, um dia. Nós sempre estamos querendo buscar o melhor, o que nos favorece mais. Mas então eu pensei: e se o que acharmos que seja melhor não for?
E é aí que entra aquela nossa amiguinha básica de todo santo dia: a indecisão. Aquela que não nos deixa dormir, fazer o dever de casa, escutar música ou cozinhar direito. Aquela que te deixa na maior aflição entre um garoto e outro, entre o vestido ou o short, entre crème brullè e gelatina, entre Psicologia e Direito. É meus amores, as escolhas podem nos atormentar se não soubermos lidar com elas direito. Mas então, o que fazer quanto a isso?
Simples (ou nem tanto): siga seu coração. Pesquisas (feitas com esta que vos escreve e suas antigas amigas) comprovam que pessoas que seguem seu coração, intuição ou seja-lá-como-você-chama-essa-sua-vozinha-interior costumam ser mais felizes e não se arrepender de suas decisões.
Para o pessoal ligado, tá dado o recado: não pense tanto, pensar deixa você maluco. Apenas faça o que tem de fazer e deixe os outros falarem o que tem de falar.
Beijos, pessoal. Eu volto.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Apelo
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho. Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda. E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero na salada – o meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolha? Nenhum de nós sabe, sem a senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor. (Dalton Trevizan)
Os sorrisos que estão escondidos aqui:
Ausência tua,
JustLove,
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