segunda-feira, agosto 22, 2011
Like a love song baby ♥
Uma música bem linda *-*
Vou escrever um texto e depois passo aqui, ok? Beijo beijo
sábado, agosto 20, 2011
Eternamente - é ter na mente - éter na mente
- Posso te servir alguma bebida?
Uma loira, muito bonita para o posto que ocupava, questionava-me de trás de um balcão de vidro, já sujo graças aos brutamontes anteriores que haviam entrado naquele lugar repulsivo. Eu - em sã consciência- não entraria hum lugar daquele, mas as condições de meu cérebro não estão me ajudando muito. Meus pés me enganaram e me levaram até onde vinha o cheiro de álcool e tabaco. A moça havia sido cordial, ou apenas servil, mas eu não estava com um humor muito aprumado. "Mal dia, mal dia" como diria Jackie Chan.
- Qualquer coisa que tire o amargo gosto da desilusão.
Drama, drama, drama. Seria uma noite longa e muito dramática. A moça depositou uma garrafa de cerveja na minha frente. Era uma boa cerveja; lia-se "Heineken" no rótulo. "Deve ser o suficiente para me fazer ficar mais leve", pensei comigo mesma. Levei o gargalo até os lábios pintados com um batom vermelho intenso. Minha língua se amarrou com o gosto amargo do primeiro gole. Nunca gostei de bebidas; as ocasiões em que eram encontrados vestígios de éter no meu sangue eram poucas e normalmente coincidiam com datas comemorativas.
Bebi toda a cerveja, aproveitando para sentir as sensações de amolecimento a cada novo gole. Meu subconsciente detectou o olhar questionador da loira, como se perguntasse se eu desejava mais alguma coisa.
- Ah, sim... Você tem algo um pouco mais forte?
- Pelo que eu estou vendo você não está muito feliz. Vou te servir uma dose de vodka. Não adianta beber um copo de água quando se está com fome. Parta logo para o feijão-com-arroz.
Caramba ela tinha razão! Não iria fazer o menor sentido eu beber quinze cervejas sendo que meu coração precisava de uma concentração maior de álcool.
- Desce uma dose então. - meio entredentes consegui pronunciar. Era muito fraca pra bebidas, mas naquela noite, eu não sairia do bar se não fosse carregada por alguem, um homem muito forte e que pudesse me deixar louca.
Ela pegou um copo maior do que o dos outros clientes que bebiam doses como a minha.
Aproximou-se por cima da bancada e pronunciou próximo ao meu ouvido: - Só não conte a ninguém que estou te servindo uma dose maior pelo mesmo preço da normal. Eu seria demitida. Corações partidos só se curam com álcool, muito álcool.
Um gole. Uma dose. Outra dose... Ouatr dsoe... Minhas palavras já estavam desconexas, as letras não formavam palavras, só combinações inexatas.
Um rapaz muito bonito sentou em um banco próximo ao meu. Eu estava fora de mim, já não tinha mais juízo pra discernir se era um bom rapaz ou um homem malvado. Confesso que grande parte de mim pedia pelo homem malvado... mas enquanto me aproximava dele, eu pedia pra que fosse um bom rapaz. Não queria ser estuprada e nem nada, só queria uma boa conversa, um bom ombro e quem sabe uma boa noite depois daquele bar xexelento.
- Olá, bela moça. Excedeu-se na Vodka?
Como é? A intenção era que eu puxasse papo com ele e não o contrário. Vodka? Como ele sabia da Vodka? Será que eu já estava com um mal hálito daqueles?
- Faça uma lista com as suas perguntas, eu tenho todo o tempo do mundo só pra você. - Enquanto pronunciava isso, tirou uma mecha de cabelo que estava no meu rosto. Percebi que as mãos dele eram bem macias, mãos de alguem que se cuida. Mas o que alguem que tem amor pela vida faria num lugar daquele, naquela altura da madrugada?
Respirei fundo. Enumerei as minhas perguntas:
- Primeiro, quem é você? - a pergunta mais óbvia tinha que vir primeiro, lógico.
- Essa tinha que ser a primeira pergunta? Prefiro deixar a conversa rolar e depois eu te digo quem sou. Pode ser? - Será que eu tinha alguma escolha? Pelo tom da voz dele não. Resolvi não questionar.
- Como você soube que eu estaria aqui esta noite? - a segunda pergunta mais óbvia, já que ele não quis responder a primeira. Alguma base eu tiraria daqui.
- Eu estava na cidade e conversei com os teus pais. Eles me disseram o que tinha acontecido contigo, ou melhor, o que o canalha do teu ex-noivo tinha aprontado contigo. Achei que fazer uma visita seria legal. Além do mais, pelo seu estado, você vai precisar de uma ajudinha pra ir para casa, não é?
- Eu não posso ir pra casa com um desconhecido. - Na verdade, esse tinha sido um blefe pra ver se ele revelaria sua identidade. - O fato de você conhecer meus pais não significa que eu te conheça, e muito menos, confie em você.
- Julia, você me conhece. Você confia em mim. - Ele pegou as minhas mãos e levou ao seu rosto. Beijou-as delicadamente, e aquele gesto me trouxe lembranças da minha adolescência. - Você só não está lembrando de mim. Faz muito tempo que a gente não se vê, e muito menos, se fala. Calculo eu que faz uns 8 anos. Eu mudei muito, e você também... Está incrivelmente linda, mais linda do que eu recordava.
Oito anos? Lembro e confio? Meus pais?
Momento nostálgico se aproximando em três, dois, um.
- Caio? Isso é alguma brincadeira? - Meu raciocínio estava meio lesado por causa do álcool, mas eu não tinha esquecido do meu primeiro amor.
- Finalmente você me reconheceu, Samy. - Caramba, vir atras de mim é uma coisa, lembrar do apelido que tínhamos é outra totalmente diferente.
Lancei-me sobre ele. Abraços apertados, lágrimas brotando.
Fitei o rosto dele, admirando suas feições e tentando desvendar o que se passava em sua mente. Levei minha mão ao rosto dele e fechei os olhos... a textura da pele era a mesma. Uma pele macia, mais macia do que a das mãos. O meu menino estava ali na minha frente, e já não era um menino... era um homem. Um cara muito bonito.
Uma emoção passava pelos seus olhos, um sentimento tão nostálgico quanto o momento que estávamos vivendo.
Ele levantou do banco onde tinha sentado alguns minutos atrás e e colocou do meu lado. Me puxou pelas mãos e me fez ficar de pé. Ele estava muito mais alto que eu, muito mais alto do que da última vez que havíamos nos visto. Passou um dos braços em torno da minha cintura e ergueu o outro até a altura das maças do meu rosto. Acariciou de leve, me fazendo corar. Seus olhos, de um verde profundo, encontraram os meus e os mantiveram. A mão que estava em minha bochecha passou para o meu queixo, alçando o polegar e o indicador, como se fizesse um carinho aproximador. Eu peixei de leve as suas mãos e ele sorriu quando o fiz. Num passe cauteloso, ele puxou meu queixo para próximo dos lábios e o beijou. Subiu um pouco e alcançou meus lábios, que se moveram conforme os movimentos dos seus.
Um beijo de saudade, de paixão adormecida, de primeiro amor...
Demorou até que ficássemos sem fôlego, e quando isso aconteceu, ele me soltou de repente. Senti uma onda de pavor em meu rosto. Será que ele só queria um beijo e já iria embora?
Ele levou a mão direita ao bolso traseiro de sua calça. Pegou a carteira e deixou algumas notas em cima do balcão. Olhou pra mim com um meio sorriso no rosto. Eu sorri, vendo o que ele tinha feito e entendido o motivo daquilo.
Tomou minha mãe e a segurou, com força, como se não quisesse mais perder-me.
Caminhamos até seu caro, e entramos, sem pronunciar uma única palavra. Teríamos tempo pra conversar e esse seria um momento de deglutir os acontecimentos da noite.
Ele me deixou em casa. Me acompanhou até a soleira e me deu um beijo na testa, cheio de ternura e proteção.
- Eu volto amanhã. Vou trazer aspirinas pra curar sua ressaca, está bem, minha vida?
- Uhum - resposta tola, mas eu estava embriagada. Não pelo álcool, mas por amor ao meu velho amigo.
Não haveria porque questionar sua ida. Eu sabia que ele voltaria, sabia que ele estaria na minha porta amanhã. Também sabia que eu não o deixaria mais ir embora da minha vida.

Os sorrisos que estão escondidos aqui:
Contos mal contados,
Devaneios,
Friendship,
Inspire,
JustLove,
Raíssa,
Sentimentos,
TXT
Dividida entre duas paixões.
Não, não é no sentido literal das paixões entre humanos e tal. Estou dividida entre duas paixões musicais.
Quem acompanha o blog há algum tempo sabe que as minhas preferências musicais são marcadas. Eu curto Rock e algumas variações de Pop e Eletro Dance, mas esses meus gostos vem sendo atingidos em cheio por uma nova paixão. Uma paixão totalmente patriotista. [continuem lendo, não vou falar de samba, prometo]. A MPB vem invadindo o meu coração. [Ai que brega isso, ahahahahha] Pois é... Vou postar algumas músicas do estilo pra vocês. Espero que curtam. (yn)
Algumas das versões são atuais, tipo covers. Mas eu tenho uma triste mania de gostar tanto ou mais dos covers do que das originais. Tenho um texto pra postar depois, vou trabalhar mais um pouco nele e depois eu volto aqui. Beijo grande meus fofos *-* Raíssa Tayná Klasman
Algumas das versões são atuais, tipo covers. Mas eu tenho uma triste mania de gostar tanto ou mais dos covers do que das originais. Tenho um texto pra postar depois, vou trabalhar mais um pouco nele e depois eu volto aqui. Beijo grande meus fofos *-* Raíssa Tayná Klasman
quinta-feira, agosto 18, 2011
New Tag - #Inspiring-photos
Seguinte Bloggueiros, estou querendo inaugurar uma nova Tag. Sinto que muitas postagens acabam perdendo o rumo por não tem um direcionamento. Um grande responsável por dar esses direcionamentos, são as imagens. Você acaba tendo um foco, o que facilita na produção textual e no enriquecimento do texto, descrevendo o ambiente e dando essência ao texto. A intenção disso é ajudar no enriquecimento das palavras da blogosfera. São inspiradoras e lindas. *-*














Os sorrisos que estão escondidos aqui:
#Inspiring-photos
Dicas (nada) polidas.
Na verdade, eu sou APAIXONADA por música. Mais até do que gosto de brigadeiro e de comédias românticas. Acho que nasci com isso, mas o engraçado é que não tenho nenhuma referência familiar que remeta a isso. Na minha família a maioria nem arrisca a soltar uma nota musical, seja com voz ou com instrumentos. Tinha um tio meu (vide foto), que tocava violão, mas ele faleceu antes de poder me ensinar.
Enfim, mas eu acho que sou um híbrido, e esse é apenas mais um dos motivos que me fez desconfiar disso. Quando eu tinha uns dez anos, eu queria aprender a tocar violão, pra ter uma base musical ou qualquer coisa que fosse. Aos doze, eu comecei a fazer aulas de violino. Era apaixonada pelo som melodioso do instrumento classudo. Dentro do curso de violino, fizemos flauta por um tempo, pra aperfeiçoar os dedos, que precisavam ser flexíveis para o violino. A flauta não me agradou tanto, mas ajudou com o violino. Parei de tocá-lo aos treze, quando tive que me mudar para outro estado e não poderia continuar fazendo as aulas. Entremeio a paixão pelo violino comecei a desenvolver um belo gosto pelo canto. Eu arriscava umas músicas, principalmente a I'm yours, do Jason Mraz. Eu sabia ela inteirinha e cantava certinho, mas a voz não era uma maravilha não. Já no meu novo estado, prestes a fazer quinze anos, comecei a fazer aulas de canto, e descobri que era afinada, só tinha problemas de respiração e de "liberdade vocal". Fiz aula durante nove meses. Aprendi muito, mas descobri que consigo me arriscar mais quando estou sozinha, ou seja, sem um acompanhamento profissional. Acho que o que eu podia ter absorvido dessas aulas eu absorvi, agora cabe à mim desenvolver o meu estilo e aprimorá-lo. Imaginem só: eu tinha um tom de voz soprano agudíssimo. Agora, consigo desenvolver tons mais graves e me achego mais ao meso-soprano, o que significa que agora tenho uma voz mais encorpada. (?)
Mas Raíssa, porque você tá contando tudo isso pra gente? Olha, sinceramente nem era pra ter demorado tanto pra contar e tal, era só pra eu fazer uma demonstração que eu posso gostar de vários tipos de músicas. Desde Pop, passando por MPB, até chegar ao meu tão amado Rock. Mas como que você consegue gostar de rock quando só toca música sertaneja nesse Brasil? Olha, eu NÃO CURTO sertanejo, nem um pouquinho, mas fazer o que, né... nem todas as pessoas tem uma cultura assim tão aprimorada. GENTE: eu não to criticando ninguém, pelo contrário, esse é pra ser um post bem divertido, então levem como uma brincadeira. Enfim, vamos ao real motivo do post, porque, né... rsrs'
Como esses últimos dias eu não tenho sentido muita inspiração, eu resolvi falar sobre algo que realmente me inspira, pra ver se vem um passarinho verde voando de algum lugar e me traz uma pequena dose de , porque tá difícil, viu? Vou te contar...
Essa 'seleção' a seguir, é o que tem tocado no meu celular. Manhã, tarde, noite. Casa, rua, escola. Na mente o tempo todo:
Quem diz que eu também não resgato músicas do fundo do baú? Eu descobri essa música num Tumblr esses dias atras. Achei meiga e acabei me apaixonando.
Essa aqui é sucessinho do momento. Eu gostei dela porque é bem doidinha, tipo, bem eu. A melodia da música é muito maluca, e acho que isso divertiu um momento bem chato. Me fez sorrir. E eu gosto do que me faz sorrir.
Ah, pode-se dizer que estou em uma fase muito eletrônica, muito agitada e tal. Mas que que eu posso fazer se meus ouvidos se agradaram, né não? É uma banda que eu sempre ouvi falar, mas acabava não baixando por esquecimento. Enfim, baixei. :D
Essa é outra que agradou meus ouvidos e não deu outra: entrou pra playlist. Eu não conhecia nenhum dos cantores, mas gostei tanto que até baixei outra da DEV:
Essa eu ouvi durante muito tempo,e de uma hora pra outra acabei largando mão. Agora retomei-a. É linda e diz tudo, mesmo.
Awwn, a Colbie é uma linda e as músicas dela sempre estão na Play, desde que conheci Bubbly em 2007. Essa música é da trilha sonora do filme "Cartas para Julieta", aliás, recomendo muito também. Outra hora faço um post pra falar do filme. :D
Esa também é sucessinho do momento, mas eu confesso que não foi o ritmo que me agradou, e sim a letra; Prestaram atenção em como descreve um momento bem triste da Demi? Fique até meio pra baixo, mas enfim, o sucesso que a música tá fazendo, deve estar deixando ela feliz.

Mais tarde eu venho, se der. Sem promessas.
Raíssa T.
Ps¹: Espero que curtam a Playlist (:
Ps²: Vou visitar os blogs dos meus amiguitos ali do lado. Vamos comigo?
Ps³: Uma foto minha, bem feliz, pra encerar o já enorme post.
Enfim, mas eu acho que sou um híbrido, e esse é apenas mais um dos motivos que me fez desconfiar disso. Quando eu tinha uns dez anos, eu queria aprender a tocar violão, pra ter uma base musical ou qualquer coisa que fosse. Aos doze, eu comecei a fazer aulas de violino. Era apaixonada pelo som melodioso do instrumento classudo. Dentro do curso de violino, fizemos flauta por um tempo, pra aperfeiçoar os dedos, que precisavam ser flexíveis para o violino. A flauta não me agradou tanto, mas ajudou com o violino. Parei de tocá-lo aos treze, quando tive que me mudar para outro estado e não poderia continuar fazendo as aulas. Entremeio a paixão pelo violino comecei a desenvolver um belo gosto pelo canto. Eu arriscava umas músicas, principalmente a I'm yours, do Jason Mraz. Eu sabia ela inteirinha e cantava certinho, mas a voz não era uma maravilha não. Já no meu novo estado, prestes a fazer quinze anos, comecei a fazer aulas de canto, e descobri que era afinada, só tinha problemas de respiração e de "liberdade vocal". Fiz aula durante nove meses. Aprendi muito, mas descobri que consigo me arriscar mais quando estou sozinha, ou seja, sem um acompanhamento profissional. Acho que o que eu podia ter absorvido dessas aulas eu absorvi, agora cabe à mim desenvolver o meu estilo e aprimorá-lo. Imaginem só: eu tinha um tom de voz soprano agudíssimo. Agora, consigo desenvolver tons mais graves e me achego mais ao meso-soprano, o que significa que agora tenho uma voz mais encorpada. (?)Mas Raíssa, porque você tá contando tudo isso pra gente? Olha, sinceramente nem era pra ter demorado tanto pra contar e tal, era só pra eu fazer uma demonstração que eu posso gostar de vários tipos de músicas. Desde Pop, passando por MPB, até chegar ao meu tão amado Rock. Mas como que você consegue gostar de rock quando só toca música sertaneja nesse Brasil? Olha, eu NÃO CURTO sertanejo, nem um pouquinho, mas fazer o que, né... nem todas as pessoas tem uma cultura assim tão aprimorada. GENTE: eu não to criticando ninguém, pelo contrário, esse é pra ser um post bem divertido, então levem como uma brincadeira. Enfim, vamos ao real motivo do post, porque, né... rsrs'
Como esses últimos dias eu não tenho sentido muita inspiração, eu resolvi falar sobre algo que realmente me inspira, pra ver se vem um passarinho verde voando de algum lugar e me traz uma pequena dose de , porque tá difícil, viu? Vou te contar...
Essa 'seleção' a seguir, é o que tem tocado no meu celular. Manhã, tarde, noite. Casa, rua, escola. Na mente o tempo todo:
Quem diz que eu também não resgato músicas do fundo do baú? Eu descobri essa música num Tumblr esses dias atras. Achei meiga e acabei me apaixonando.
Essa aqui é sucessinho do momento. Eu gostei dela porque é bem doidinha, tipo, bem eu. A melodia da música é muito maluca, e acho que isso divertiu um momento bem chato. Me fez sorrir. E eu gosto do que me faz sorrir.
Ah, pode-se dizer que estou em uma fase muito eletrônica, muito agitada e tal. Mas que que eu posso fazer se meus ouvidos se agradaram, né não? É uma banda que eu sempre ouvi falar, mas acabava não baixando por esquecimento. Enfim, baixei. :D
Essa é outra que agradou meus ouvidos e não deu outra: entrou pra playlist. Eu não conhecia nenhum dos cantores, mas gostei tanto que até baixei outra da DEV:
Essa eu ouvi durante muito tempo,e de uma hora pra outra acabei largando mão. Agora retomei-a. É linda e diz tudo, mesmo.
Awwn, a Colbie é uma linda e as músicas dela sempre estão na Play, desde que conheci Bubbly em 2007. Essa música é da trilha sonora do filme "Cartas para Julieta", aliás, recomendo muito também. Outra hora faço um post pra falar do filme. :D
Esa também é sucessinho do momento, mas eu confesso que não foi o ritmo que me agradou, e sim a letra; Prestaram atenção em como descreve um momento bem triste da Demi? Fique até meio pra baixo, mas enfim, o sucesso que a música tá fazendo, deve estar deixando ela feliz.

Mais tarde eu venho, se der. Sem promessas.
Raíssa T.
Ps¹: Espero que curtam a Playlist (:
Ps²: Vou visitar os blogs dos meus amiguitos ali do lado. Vamos comigo?
Ps³: Uma foto minha, bem feliz, pra encerar o já enorme post.
(Acho que eu to querendo levar esse blog a literal falência, porque, né... D: )
Queria tanto poder me sentir diferente, nesse aspecto...
Faz dias que estou pensando em uma coisa que chateia muitos blogueiros. Todos os viventes dessa blogosfera maluca sabem o quão chato é postar em um blog esperando que as pessoas vejam o que você está querendo mostrar e as impressões que você quer causar, e simplesmente não ter retorno algum. Não um retorno financeiro, mas sim um retorno sentimental... se é que me entendem. Acho que todo mundo gosta de ter o seu ego em dia, e creio que elogios ou -até mesmo- críticas construtivas, incentivem esse ego à subir. Não precisa ser nenhum gênio pra descobrir que o meu anda lá em baixo pelo nível desse blog, não é? Eu tive alguns problemas e até me afastei desse meu "diário" por um tempo, mas a gente sempre espera que quando esteja de volta haja uma agitação e tal. Infelizmente isso não vêm ocorrendo, aliás, nunca ocorreu. eu não me importo com a quantidade dos comentários, até porque tem postagens que nem merecem. Mas tem aquelas que a gente prepara com o maior carinho, e acaba dando com o focinho no chão. Fazemos postagens esperando obter a opinião de vocês e acabamos ficando num vácuo eterno, se é que dá pra entender usando essa expressão. O que eu quero dizer é que quando a gente posta algo aqui, a gente não espera estar sozinho. O mundo é grande, as pessoas são pequenas. Por ser um mundo tão grande e com opiniões tão variadas, esperamos encontrar refúgio e consolo num lugar como esse, onde nos expressamos e nos lamentamos. Ah, e quer saber de mais uma coisa? Eu já nem sei o que eu queria com esse post. rs'
Beijo pra todo mundo.
Raíssa T.
Beijo pra todo mundo.
Raíssa T.
terça-feira, agosto 16, 2011
A felicidade tomou conta de mim!
Sabe aquela felicidade que vem quando você menos espera? Aquele sentimento lindo e muito alegre que invade o teu peito e resolve fazer morada. É tão bom isso. Eu venho vivendo uma temporada muito feliz e surpreendente. Feliz porque, acredito eu, estou vivendo uma das melhores épocas da minha vida. E estou surpresa com algumas capacidades que percebi em mim mesma. Nem nos meus melhores sonhos e imaginava conseguir pódios como ando conseguindo.
Primeiramente: Semana passada, escrevi uma redação com o tema "Família: pessoa e sociedade", para a Semana da família aqui da cidade onde moro. Todos os anos eles realizam concursos com os estudantes (tanto da rede pública quanto da privada) para que sejam desenvolvidos projetos em torno da temática anual. Eu já havia participado em dois concursos anteriores enquanto ainda estudava na Rede Privada. As chances de ser selecionada eram bem maiores, porque a escola não tem muitos alunos cursam o Ensino Médio, são aproximadamente 60 estudantes, mas eu nunca tinha chegado na final da seleção. Meus textos sempre eram selecionados pelos professores, mas quando eram encaminhados à direção, eu ficava de fora. Enfim, os textos não eram "bons" o suficiente para competir com outros tantos. [OBS: Existem apenas duas escolas que lecionam o E.M. aqui. A particular, onde estudei até o semestre passado e a pública, onde estudo atualmente]. Minha decisão pela transferência não foi por motivos muito felizes, entretanto, foi preciso, e não me arrependo, sinceramente. Estamos passando pela Semana da família, e o concurso foi anunciado. Nossos professores nos incentivaram a escrever. Pra mim, como é um prazer, não me incomodei e procurei desenvolver um texto em torno do tema da maneira mas leve que pude. Minha família se resume a mim e a minha mãe. Tenho outros familiares? Lógico que sim, mas o meu círculo de convivência se resume a ela. Procurei demonstrar isso na redação. Recebi a notícia que havia sido selecionada ontem pela manhã. Exultei de alegria, imaginem só. Lógico, eu não ganhei nada -ainda-, mas só o fato de ter sido selecionada entre 400 textos, já me deixou em êxtase. Foram apenas TRÊS textos, ou seja, eu estou entre as melhores escritoras da escola (Sim, escritoras! Nenhum menino foi classificado. Que feio, não? MENINOS DE PLANTÃO, MANIFESTEM-SE!) O resultado sai essa semana, mas fiquei bem confiante depois de ver o segundo motivo da minha alegria agora há pouco.
Segundo motivo: Estava fazendo um cartaz pra escola de inglês da minha mãe, quando lembrei que tinha participado de uma edição do blóinquês na semana passada. Acreditem ou não, eu tinha esquecido de verificar o resultado. Levantei da minha mesa e vim pro computador da minha mãe (já que o meu deu um pequeno tilt quando fui ligá-lo hoje.), abri o site sem nenhuma esperança. Eu só queria ver o que tinham dito na avaliação detalhada, já que eu tinha a pretensão de escrever outro texto. Enfim, quando achei os resultados da semana, vi que o Smile estava no pódio. Já fiquei feliz, e não foi pouco. Quando vi que estava no primeiro lugar, meu queixo caiu. Eu fiquei doida e fui tomada por uma adrenalina que hormônio nenhum seria capaz de fazer baixar meu astral. Ainda estou meia zonza, sem saber se realmente é verdade ou não. Minha mãe está lendo o meu texto neste momento. Estou esperando (ansiosamente) pelo veredicto dela, que vale muito pra mim. Ah, o selo da edição:
Enfim, eu vim contar isso pra vocês porque sou muito boba e muito feliz. Espero que fiquem felizes por mim também *-*
Um beijo muuuuito grande, e logo mais eu volto trazendo mais umas dicas de músicas.
Raíssa Tayná Klasman. "A realizada"
Ps!: Depois eu posto o texto que está concorrendo na Semana da família.
Ps²: O texto que concorreu no Bloínquês é esse aqui. Minha nota foi 9,88 e o comentário da avaliadora foi esse:
"Bem, o seu texto descreveu habilmente reflexões pessoais, isso fez com que ele se mostrasse em uma essência única. A sua ortografia é impecável, os pouquíssimos pontos retirados foi por uma mera distração. Observe-a aqui nesse trecho: “Nada do que eles ensinavam fazia sentido pra mim, ao não ser as aulas de literatura”. Ficaria dessa maneira: “Nada do que eles ensinavam fazia sentido pra mim, a não ser as aulas de literatura”. Enfim, fora isso está tudo cuidadosamente apresentado. "
Ps³: Quem quer um pouquinho de felicidade? ESTOU TRANSBORDANDO!
Ps!: Depois eu posto o texto que está concorrendo na Semana da família.
Ps²: O texto que concorreu no Bloínquês é esse aqui. Minha nota foi 9,88 e o comentário da avaliadora foi esse:
"Bem, o seu texto descreveu habilmente reflexões pessoais, isso fez com que ele se mostrasse em uma essência única. A sua ortografia é impecável, os pouquíssimos pontos retirados foi por uma mera distração. Observe-a aqui nesse trecho: “Nada do que eles ensinavam fazia sentido pra mim, ao não ser as aulas de literatura”. Ficaria dessa maneira: “Nada do que eles ensinavam fazia sentido pra mim, a não ser as aulas de literatura”. Enfim, fora isso está tudo cuidadosamente apresentado. "
Ps³: Quem quer um pouquinho de felicidade? ESTOU TRANSBORDANDO!
Os sorrisos que estão escondidos aqui:
Projeto Bloínquês,
Raíssa,
TXT
